O casamento, ou seja, a união permanente de dois seres é contrária à lei da Natureza?
Resposta dos Espíritos — É um progresso na marcha da Humanidade.
Resposta dos Espíritos — A poligamia é uma lei humana, cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, deve fundar-se na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há verdadeira afeição: não há mais do que sensualidade.
Resposta dos Espíritos — O retorno à vida dos animais.
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Conflitos familiares – Divórcio – Suicídio
1 - Compreendendo que muitos casamentos resultam em uniões infelizes e, às vezes, até mesmas profundamente antipáticas, induzindo os cônjuges ao divórcio, como interpretar a fase de atração recíproca, repleta de alegria e esperança, que caracterizou o namoro e o noivado?
Emmanuel - Qualquer pessoa que aspire um título elevado passa pela fase de encantamento. Esfalfa-se o professor pela ascensão à cátedra. Conseguido o certificado de competência, é imperioso entregar-se ao estudo incessante para atender às exigências do magistério. Esforça-se o acadêmico pela conquista do diploma que lhe autoriza o exercício da profissão liberal. Laureado pela distinção, sente-se compelido a trabalho infatigável, de modo a sustentar-se na responsabilidade em que anela viver. Assim, também, o matrimônio.
Emmanuel - O homem e a mulher aguardam o casamento, embalados na melodia do sonho, entretanto, atingida a convivência no lar, surgem as obrigações, decorrentes do pretérito, através do programa de serviço traçado para cada um de nós pela reencarnação, que nos compele a retomar, na intimidade, todos os nossos erros e desacertos. Fácil, dessa forma, reconhecer que todas as dificuldades domésticas são empeços, trazidos por nós próprios, das existências passadas.
Emmanuel - Marido faltoso é aquele mesmo homem que, um dia, inclinamos à crueldade e à mentira.
Emmanuel - Esposa desequilibrada é aquela mulher que, certa feita, relegamos à necessidade e à viciação.
Emmanuel - Filhos-problemas são aqueles mesmos espíritos que prejudicamos, desfigurando-lhes o caráter e envenenando-lhes os sentimentos.
Emmanuel - No caminho familiar, purificam-se impulsos e renovam-se decisões. Nele encontramos os estímulos ao trabalho e as tentações que nos comprovam as qualidades adquiridas, as alegrias que nos alentam e as dores que nos corrigem.
Emmanuel - O divórcio, conquanto às vezes necessário, não é caminho salvador quando lutas se agravem. Ninguém colhe flores do plantio de pedras. Só o tempo consegue dissipar as sombras que amontoamos com o tempo. Só o perdão incondicional apaga as ofensas; apenas o bem extingue o mal.
Emmanuel - Muitos dizem que o divórcio é válvula de escape para evitar o crime e não ousamos contestar. Casos surgem nos quais ele funciona, por medida lamentável, afastando males maiores, qual amputação que evita a morte, mas será sempre quitação adiada, à maneira de reforma do débito contraído.
Emmanuel - Pagar é libertar-se, aprender é assimilar a lição.
Emmanuel - É forçoso observar que da afeição sexual descontrolada surgem muitas calamidades para a vida do Espírito, dentre as quais destacaremos, a par da fascinação ou do ódio, nos problemas da obsessão, o suicídio e o aborto, como sendo as mais lastimáveis.
Emmanuel - Muitos Espíritos fracos, que por razões de infelicidade na afeição sexual atiram-se ao suicídio, encontram padecimentos gigantescos, como quem salta no escuro sobre precipícios de brasas, criando derivações de angústia para os causadores de semelhantes tragédias.
Emmanuel - Quantos violam a passagem da morte, crendo erroneamente alcançar o repouso, nada mais encontram senão suplício e desespero, a gerarem, no âmago de si mesmos, os pavorosos conflitos, que apenas as reencarnações regenerativas conseguem remediar. Saibamos tolerar com paciência as provações que o mundo nos ofereça, criando o bem sobre todos os males que nos cheguem das existências que já vivemos, na convicção de que fugir ao dever – por mais doloroso seja o dever que nos caiba – será sempre abraçar o pior. Em quaisquer atribulações ou dificuldades, a nossa obrigação individual é fazer o melhor ao nosso alcance para que o bem triunfe.
Emmanuel - Em todos os departamentos da luta humana, os compromissos do passado reaparecem. Indispensável revestir-se a alma de forças para vencer, em si mesma, os pontos vulneráveis que, em outro tempo, a fizeram cair.
Emmanuel - Evitemos o divórcio, tanto quanto possível, e combatemos o aborto e o suicídio com todos os recursos de raciocínio e esclarecimento de que possamos dispor. O divórcio adia o resgate. O aborto complica o destino. O suicídio agrava todos os sofrimentos.



















16 Comments:
Como sabe querida amiga, eu já li muitas vezes esses livros essências ao estudo da doutrina, e mesmo assim, continuo a achar que cada caso é um caso, é claro, que isso serve de modo geral para aclarar o raciocínio e policiar as nossas atitudes.
Um grande beijo com carinho
Vou ler este post novamente e novamente, estava precisando muito. Teu blog é leitura obrigatória para mim.
Beijos
Rita
Olá minha linda!
Quero ler com mais calma, o que li vai ser muito útil para minhas palestras e para os noivos(pastoral em que trabalho), comprarei esse livro também.Com meu jeitinho vou passando para os integrantes da mesma.
O que ele fala e ensina sobre o divórcio e o aborto é exatamente o que cremos.
Tentei salvar um outro comentário, mas não sei se salvou, pois deu erro, desculpe se ficou com dois.
Grandes beijinhos em seu coração e fique com o Senhor!
Olá amigas! :)
. Lu => Claro que sim, concordo com o que vc falou. A Doutrina Espírita serve como um guia para nós, orientando-nos e explicando-nos aquilo que, muitas vezes, sem o seu auxílio, não conseguiríamos entender. Mas não podemos ser fanáticos. Acho que tudo na vida deve ser encarado com equilíbrio e bom-senso. Temos que levar em consideração que os textos da Codificação, bem como os de Emmanuel, foram passados em épocas diferentes das que vivemos hoje em dia, portanto, temos que adequá-las, na medida do possível, aos dias atuais. É como vc falou, cada caso é um caso, o que deve imperar sempre é o respeito e o amor, em todas as situações...
. Rita => Que bom que vc gostou, volte mesmo. Fico feliz com sua presença aqui! Para saber mais, leia também no “Livro dos Espíritos”, o capítulo que coloquei no post, já que aqui coloquei um pedaço bem pequeno.
. Rô => É muito bom saber que o texto servirá de alguma forma para vc em seu trabalho junto aos noivos. Caso vc precise de algum material, conte comigo, ajudo no que puder! Bom, quanto ao comentário, só apareceu um para mim, mas às vezes o blogger dá erro mesmo...
Beijos a todas e uma ótima semana!!!
O divórcio adia o resgate? Puxa vida, não sabia disso... :( Me explica melhor isso?
"Indispensável revestir-se a alma de forças para vencer, em si mesma, os pontos vulneráveis que, em outro tempo, a fizeram cair".
É amiga, tenho revisto meus conceitos. Acho que estou começando a crescer...
Beijos, irmãzinha querida!
adorei ...2 perguntas me foram respondidas...
saudades, como tu anda minha amiga?
e que sensacional "Pagar é libertar-se, aprender é assimilar a lição." me to feliz agora!!! rs
montidubeijus
Oi Du!
Pois é, amiga. Eu sabia que esse tema geraria questões desse tipo. Bom, creio que Emmanuel tenha falado de uma forma geral. Como falei antes para a Lu, acredito que cada caso é um caso. Tudo deve ser analisado com cautela, para não corrermos o risco de fazer algum julgamento precipitado e, por isso mesmo, falso...
Acho que, nesse caso do texto, Emmanuel refere-se principalmente aos casos em que a união de duas pessoas por meio do casamento se dá como forma de resolver certas pendências do passado... Certos casamentos, onde percebemos que as pessoas não se entendem e vivem brigando, apesar de sentirem forte atração (não só sexual, mas de estar junto) um pelo outro. Claro que em certos casos o divórcio é inevitável, até mesmo recomendável, principalmente quando há casos de violência doméstica. Não podemos levar tudo ao pé da letra. Até porque, temos que saber o limite das coisas. Muitas vezes, permitir que a outra pessoa seja cruel e violenta conosco pode até indicar uma falta de caridade com ela mesma, já que, não mostrando a ela o que existe de errado, não estaremos contribuindo para seu adiantamento moral (opinião minha).
O próprio Emmanuel, em uma bela mensagem, que já coloquei aqui antes, afirma: “as Leis da Vida não te obrigam a morrer, pouco a pouco, a pretexto de auxiliar aos que te recusam o amor.” (Para ler o texto na íntegra, vá ao marcador/tema “Família” e veja o post “Ligações Familiares”)
Mas nem sempre o casamento pode ocorrer com essa finalidade (resgate de débitos negativos). Vemos muitos casais que, de fato, se completam, que vivem anos juntos, em prefeita harmonia; vejo esses casos não como um resgate de algo negativo, mas sim como uma união de almas já unidas pelos laços eternos. Nesses casos acredito que a verdadeira função dessa união seja o auxílio aos entes queridos, pois, muitas vezes vemos casais muito unidos, sem maiores problemas no relacionamento íntimo, mas que possuem ‘filhos-problema’, como foi mencionado no texto, ou ainda, filhos “especiais”, que exigem uma dedicação maior dos pais. E os pais unidos conseguem fazer um trabalho bem melhor, não é mesmo? É como se fosse uma compensação, já que sabemos que muitos espíritos iluminados reencarnam apenas para auxiliar aqueles que lhe são caros, dentro da família. Em tudo sempre vemos a Bondade Divina.
Mas nem todos os casamentos são “combinados”, digamos assim, no plano espiritual antes da reencarnação dos indivíduos. Às vezes, mesmo os casamentos combinados não acontecem, porque as pessoas têm o livre-arbítrio. Se todos os casamentos fossem planejados, teríamos que aceitar a idéia de que aquela pessoa que se separou e casou novamente, uma segunda ou terceira vez, teria esses casamentos planejados também. E não é bem assim...
Ocorre que, hoje em dia, muitas pessoas casam já considerando a possibilidade, ou a certeza da separação. De certa forma o casamento tornou-se algo banalizado, uma festa como qualquer outra, um acontecimento social. Claro que não podemos generalizar, mas sabemos que muitas vezes não se leva em consideração que é algo sério, principalmente na questão da constituição da família, pois a responsabilidade, quando existem os filhos, é maior ainda. Existem uniões em que imperam interesses como “fortuna” ou “segurança”. Outras que ocorrem apenas movidas pela paixão sexual, desejo em que muitas vezes o coração não participa, somente os sentidos, inexistindo o verdadeiro amor. E essas uniões, certamente, estão fadadas ao fracasso... Sem falar nos casamentos ‘comerciais’, como outrora as famílias reais casavam seus membros para fazer alianças políticas ou para consolidar fortunas. Mas não estamos aqui para julgar o que leva as pessoas a tomarem tais atitudes, afinal, sabemos que nada acontece no Mundo sem a devida permissão Divina, e que tudo servirá como aprendizado, ainda que de forma dolorosa, mas sempre de acordo com as escolhas de cada um. Mas, se pudermos, devemos fazer tudo para evitar cair no erro, e é aí que entra o Espiritismo, com as suas lições, sempre baseadas na Lei Moral do Cristo, guiando-nos nos caminhos da vida.
O que eu acho que acontece muito é que muitas pessoas casam, embaladas pelos “sonhos” de um amor e de uma vida de “contos de fadas”, mas, passado os primeiros encantamentos, quando a vida exige algo mais, muita gente não suporta a pressão, pois às vezes não querem melhorar. Devemos entender que a pessoa que escolhemos para ser nosso parceiro é antes de tudo um companheiro para a vida, e não nosso “escravo”. Temos que aprender a respeitar as diferenças, agir com compreensão, respeito e carinho. E saber ceder quando for preciso. O casamento é uma ótima oportunidade de exercitarmos nossa tolerância, paciência e humildade. E acho que muitas vezes, certos problemas que poderiam ser resolvidos com uma simples conversa, acabam indo parar nos tribunais... O que eu falei aqui pode ser encarado por muitos como “fraqueza” mas acho que aí é que está a verdadeira sabedoria, só que muitos ainda não conseguem compreender...
Enfim, o Espiritismo não é contra o divórcio, apenas afirma que, em muitos casos, certas uniões indicam uma necessidade de reajuste de nossas dívidas do passado e explica que não podemos viver fugindo dos compromissos assumidos pro nós mesmos, sendo melhor resgatá-los, para o nosso bem e daqueles que convivem conosco.
Du, espero ter respondido sua dúvida, acabei me alongando muito de novo... Sobre o que vc falou, tenho plena certeza disso, vc está crescendo, e muito!... E essa frase que vc selecionou, hein? Fala profundamente... ;)
Beijos!!!
Oi Guga!!!
Nossa, que bom saber que suas perguntas foram respondidas! Fico mesmo muito feliz!!
Estou bem, graças a Deus, e vc? Também estou com saudades! Desculpe-me, às vezes falta tempo para visitar todos como gostaria, mas vc também, passa mais por aqui, tá? ;)
Montidubeijus!!!
Oi Adriana!
Adorei a leitura.
Nós sabemos que cada pessoa está num grau diferente da evolução, portanto, resistências a respeito da idéia de casamento como concebida pela nossa Doutrina haverão sempre.
Que bom que vc se propõe a interagir pacientemente às questões surgidas a partir do post.
Beijos
Oi Tânia!
Que bom que vc gostou! O que vc falou é verdade, certas coisas só "entram" na cabeça da gente quando de fato estamos prontos... Mas é preciso querer, cima de tudo, não é mesmo? E quando a gente quer, de verdade, consegue modificar o rumo de nossa vida...
Sabe, responder os comentários é uma das coisas que mais gosto aqui. Inclusive, quando criei o blog, foi pensando justamente na grande maioria das pessoas que desconhecem os preceitos da Doutrina Espírita. Pois acho que, às vezes, ter ou não o entendimento de determinadas coisas não indica necessariamente um grau de evolução. E acho que muitas pessoas têm preconceito em relação ao Espiritismo ou porque não conhecem ou porque o Espiritismo apenas não lhes foi apresentado da forma devida. Bom, hoje eu vejo que estou conseguindo ajudar algumas pessoas com os textos colocados aqui e agradeço a Deus por isso! É uma alegria sem tamanho!! :)
Obrigada pela visita e principalmente pelo carinho!!
Beijos!!
Respondeu sim Adri, e com louvor!
Obrigada, agora entendi!
Beijos, irmãzinha!
Du,
Que bom que vc entendeu. A explicação foi dada segundo o meu entendimento, espero que esteja certo. Fique à vontade para perguntar sempre o que vc desejar (vc já sabe disso, né?)
Dá uma olhada no texto de Emmanuel que eu citei. É maravilhoso. Ajudou-me muito, já que eu mesma tenho muitos problemas familiares. Não com o marido, mas sim com os pais... Mas eu jamais esqueço a primeira vez que li essa mensagem, serviu como uma libertação para mim...
Para vc ter uma noção, o trecho que mais tocou em mim: "Se depois de sacrifícios inumeráveis em favor de parentes determinados – e isso acontece freqüentemente entre pais e filhos – notas, no íntimo, que a tua consciência se reconhece plenamente quitada para com eles, sem que esses mesmos familiares, após longo tempo de convivência, demonstrem o mínimo sinal de renovação para o bem, deixa que sigam a estrada que melhor se lhes adapte ao modo de ser, porque as Leis da Vida não te obrigam a morrer, pouco a pouco, a pretexto de auxiliar aos que te recusam o amor."
Beijos!!!
É como vc disse acima, cada caso é um caso e a Doutrina nos serve como guia, mas temos que levar em consideração diversos fatores.
Adorei o exemplo do casal que vive uma união estáve e feliz. Pq na maioria, são eles, a 'viga' de muitas pessoas.
Meus pais têm 47 anos de casados. Vivem de discussões, mas é um caso claro de aprendizado para os dois.
Pelos familiares e amigos é o típico casal perfeito. Mas quem está perto, pode perceber que não são. É o casamento resgate ao mesmo tempo que serve de apóio para meu irmão e eu.
Nada foi fácil na vida deles.
Vieram ainda jovens da Paraíba pro Rio, sem ter absolutamente nada, além de 2 filhos (meu irmão hoje c/ 43 anos e minha irmã, falecida aos 11 num acidente, que eu não cheguei a conhecer). Dependendo de parentes e enfim... inúmeras dificuldades.
Meu pai é o que se pode chamar de bom marido; nunca foi dado à bebidas, nem farras, nem desrespeito à minha mãe. E minha mãe sempre foi aquela mulher pacifica, paciente, mas muito forte, muito mesmo.
Bom, deixa eu parar pq a história deles renderia um blog e não um comentário.
Só vou dizer mais uma coisinha: Esse foi o melhor texto a respeito de casamentos e família que já li. E que seu comentário completou muito bem. (Vou salvar os dois pro caso de precisar no futuro)
Ah outra coisinha: as vezes, uma união que não chega ao 'casamento' nos ensina e nos ajuda a resgatar tanto quanto um casamento. Mas isso eu deixo pra outra hora.
Rsrs...
Beijos Dri.
Nossa Nana, que comentário maravilhoso! Nada melhor que um exemplo da ‘vida real’ para nos mostrar como as coisas funcionam! Poxa, a história de sua família realmente renderia um bom post (ou uma série de posts), já pensou sobre isso? ;) Falando nisso, bem que eu já notei que vc tinha alguma raiz nordestina!... rsrs
A vida não é mesmo fácil para ninguém, mas é isso aí, temos que seguir em frente, sem lamentações, pois sabemos que estamos aqui para isso mesmo!...
Que bom que vc gostou do texto e do meu comentário. Também adorei o seu. É disso que gosto, todo mundo comentando, trocando idéias, dando seus exemplos... Obrigada por participar!
Ahh, isso que vc falou, sobre relacionamento-resgate, é verdade verdadeira!! Rs. O post falou especificamente sobre casamentos, mas não podemos esquecer que todos os tipos de relacionamentos humanos, seja amizade, namoro etc, são oportunidades que temos de aprender e resgatar, e sempre evoluir (se soubermos aproveitar bem as lições)!!
Beijos. =)
Alguma raiz não...
Uma raiz bem sólida!
Rsrs...
Bjs.!
Legal Nana, bem-vinda ao 'clube'! \o/ Rsrs.. Por aqui aparece muito nordestino (inclusive esta que vos fala!)
Beijos!!!
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